Todas as 19 apresentações usam participação oral, diretamente com o professor. Não há atividade de escrita, duplas ou grupos. Os alunos podem responder de seus lugares ou acompanhar em silêncio.
Apresente a situação, ouça uma resposta e peça sua razão. Acrescente uma informação ou uma objeção e devolva a pergunta. Se a turma ficar em silêncio, ofereça uma hipótese para examinar. Não exija unanimidade nem mudança de opinião.
O percurso completo dura 50 minutos. A virada ★ começa aos 35 minutos e ocupa cinco minutos. As versões de 45 e 40 minutos retiram trechos opcionais e encurtam comentários, mantendo a virada e o fechamento. O índice apresenta os tempos recalculados.
Abra o HTML em paisagem e confira a leitura no fundo da sala. Fontes, imagens e os estudos sonoros de Imaginário estão incorporados aos arquivos. As referências externas precisam de conexão apenas para consulta. Painéis e notas aparecem no espelhamento; consulte o guia em outro aparelho ou use uma cópia para o professor.
Pergunte sobre os casos fictícios. Não recolha intimidade, tempo de tela ou informações clínicas dos alunos. Em Conversas, o professor faz a fala do cliente ou do amigo e escuta uma resposta. Não há representação entre alunos. Em Imaginário, a escuta é seguida de conversa e interpretação oral.
Observe se o aluno explica um conceito, apoia uma interpretação no caso e considera uma objeção. Esses elementos podem orientar sua devolutiva oral. Não atribua nota a personalidade, exposição pessoal, sentimentos ou adesão a um hábito. Acompanhar a conversa sem falar também é permitido.
No 1º ano, peça reconhecimento de conceitos em situações concretas. No 2º, acrescente condições conflitantes e peça que expliquem o que muda na decisão. As séries indicadas no catálogo são propostas de encaixe e não substituem a ementa da escola.
O banco de 66 dilemas permite trocar um caso, sem acrescentar carga ao encontro. Selecione a situação e leia para a turma. Não é necessário imprimir ou distribuir cartas.
Se precisar substituir uma cena, o professor pode fazer o pedido de um cliente que quer cancelar uma assinatura ou de alguém que pede uma garantia antes do resultado de uma seleção. O aluno responde de seu lugar. Uma pergunta adicional do professor permite rever a fala.
Há dois estudos sonoros originais de 24 segundos incorporados à aula. Teste o volume antes. Você pode selecionar outras peças locais no painel. Sem som, leia o trecho do convite em dois ritmos e discuta o efeito percebido, identificando a adaptação.
2º ano · Autoconhecimento
Deixar de se vigiar para conseguir escutar alguém.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Presença exige compreender antes de responder. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 14 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Interpretação oral de uma conversa; Conversa com informação nova.
Ato: Formular uma pergunta para compreender o amigo antes de aconselhar.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Espere a turma observar. Na ilustração, um jovem tenta conversar e a amiga olha o telefone. Não declare o sentimento de nenhum deles: pergunte o que é visível. Imagem: Ilustração original da cena; serve à observação dos elementos descritos. Peça que observem mãos, olhares e distância antes de interpretar a cena.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. No caso de Pedro, olhar para o telefone é observável. Concluir que a amiga não se importa é uma interpretação possível, mas ainda incompleta. Ensine a diferença usando o caso antes de pedir qualquer exemplo dos alunos. Mostre que também a amiga interpretou o silêncio de Pedro. A leitura apressada existe dos dois lados.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça interpretações das duas pessoas. Peça que se apoiem na sequência da cena, não em rótulos como egoísta ou carente. No percurso de 40 minutos, reduza 3 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Leia só a primeira fala inicialmente. Discuta por que presença inclui ambiente e privacidade; a resposta não é obrigar Pedro a se abrir.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retire a ideia de que a amígdala desliga a razão ou detecta máscaras. Não exija olhar nos olhos. A prática avalia ações comunicativas, não fisiologia nem temperamento. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Demonstre com a fala de Pedro. Use “Você queria conversar em outro lugar?” e aceite a correção do personagem. Esta é uma prática de escuta, não um resultado de experimento.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Demonstre duas respostas do professor à fala de Pedro. A primeira: “Eu sei, você ficou chateado”. A segunda: “Você queria falar disso em outro lugar?”. Explique por que a segunda admite ser corrigida. Não afirme que há técnica capaz de garantir abertura ou confiança; às vezes a pessoa simplesmente não quer falar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Conte: “Eu cheguei para uma reunião e ninguém estava lá.” Aceite perguntas e acrescente que o horário havia mudado. Explore como uma informação altera a interpretação. Não premiar rapidez. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Estudo de 2011 com 40 pessoas, incluindo 14 adolescentes. No grupo adolescente, observaram mais decisões arriscadas com os pares. A interação idade × condição no comportamento não foi significativa. Não converter isso em “todo adolescente perde o controle”. Faça a ponte com a importância do contexto social.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Apresente desenho, amostra e limite: 40 participantes ao todo; 14 eram adolescentes. A interação entre idade e condição no comportamento não alcançou significância; não exagerar diferenças entre faixas etárias. O estudo não mediu escuta. A ponte com a aula é que contexto social importa: ele não explica sozinho a conversa de Pedro.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Interpretação de Frankl, sem citação literal. Volte ao amigo do corredor: o que ele precisava que você percebesse? Não equipare timidez a egoísmo. Dê tempo de silêncio. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º ano · Autoconhecimento
O intervalo entre querer alguma coisa e escolher o que merece atenção.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Buscar uma recompensa e sentir prazer com ela são processos diferentes. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 14 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão do caso de Lia.
Ato: Sugerir uma condição que ajude Lia a terminar o que pretendia fazer.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Exemplo sensorial explícito de uma pista que pode despertar vontade antes do consumo.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresente wanting e liking, sem reduzir toda vontade à dopamina. A revisão trata sistemas de recompensa e dependência; uma cena de feed é aplicação didática, não diagnóstico.
Berridge & Robinson revisam a dissociação. São medidas comportamentais em animais; não se mede “felicidade” e não se autoriza mexer em dopamina para estudar. Leia o contraste e peça que a turma explique por que querer e gostar não são sinônimos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique antes de pedir aplicação a Lia. O cheiro do café pode mobilizar uma busca; beber um café ruim não produz necessariamente o prazer esperado. O exemplo ajuda a compreender uma distinção, mas não mede a atividade cerebral. Use termos acessíveis sem inventar a quantidade de dopamina liberada pelo aplicativo.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não diga que toda notificação produz o mesmo pico.
Use apenas as duas mensagens projetadas. Ouça duas justificativas. Depois diga que B era conteúdo irrelevante: o exercício distingue força da pista de qualidade da recompensa; não mede dopamina.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Leia o exemplo de duas mensagens. Diferencie o conteúdo real e a expectativa provocada. Não afirmar que toda notificação é um mecanismo de dependência; uma mensagem útil também mobiliza atenção. Pergunte pela consequência observável: o que Lia foi buscar, o que recebeu e o que continuou fazendo.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos. Imagem: Imagem humorística do acervo: estranhamento diante de um objeto moderno numa figura clássica.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. A analogia com recompensa variável ajuda a pensar persistência, mas não prova que todo usuário está dependente. Examine benefícios reais também.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Dedique a conversa à distinção querer/gostar. Não inferir dependência nem quantificar dopamina. Peça exemplo diferente de celular. No percurso de 40 minutos, reduza 3 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Leia as três categorias. Esta resposta é autorrelato, diferente dos registros automáticos de notificações. Não diagnostique a turma; não trate a amostra como estimativa para todo adolescente brasileiro.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explicite a diferença entre observação de sala e pesquisa. Não ofereça abstinência universal, banho frio ou prazo para restaurar uma linha de base.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Não rotule alunos como dependentes nem aplique uma lista diagnóstica. Retome o mecanismo, mostre que escolhas e ambiente podem colaborar, e preserve a diferença entre ensino de psicologia e avaliação clínica.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Leitura filosófica, não tratamento do tédio. Não afirme que todo tédio é vazio existencial ou que ter propósito cura sofrimento. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine a finalidade e as condições da sugestão para Lia. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º e 2º anos · Filosofia e Antropologia
Escolher exige examinar fatos, obrigações e alternativas.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Julgar bem exige razões que sobrevivam à mudança do caso. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 20 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de dilemas; Comparação de razões em casos diferentes.
Ato: Defender uma resposta ao amigo do festival e considerar uma objeção.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Apresentar um objeto achado: a decisão envolve dinheiro de outra pessoa.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique com a carteira. Ter uma dívida real aumenta o interesse em ficar com o dinheiro, mas não muda automaticamente quem é o dono. Distinguir explicar a tentação e justificá-la moralmente. Não transformar a turma em tribunal de pessoas reais.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. A classificação organiza a conversa sem substituir o exame dos fatos. Não apresentar alternativas moralmente equivalentes quando há ameaça à segurança.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Evite hierarquia automática entre parentes e amigos. Definir urgência e possibilidades de renegociar honestamente. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Ilustração do dilema da alavanca do acervo; apoiar a comparação de ações e consequências.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Use um exemplo simples antes de voltar ao trem: revelar um segredo para obter vantagem difere de buscar ajuda diante de risco concreto. Não reduzir ética a soma de resultados nem tratar toda confidencialidade como absoluta. Explicite quais fatos precisariam ser conhecidos para julgar o caso.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Aplicação filosófica sobre deliberação, não experimento que mede a moralidade da sala. Não pedir que alunos encenem dano físico.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Aqui o eixo é proteção. Não votar se merece ajuda. Procurar adulto de confiança e equipe responsável; não investigar nem prometer sigilo absoluto. Professor deve conhecer canais reais antes da aula.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Nunca cortar. Responsabilidade em diálogo com Frankl; não citação literal. Retome uma pessoa concreta de um dos casos. Separe responsabilidade de culpa por tudo que acontece. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Conduza uma única cadeia de e se, como nas aulas originais: o dono da carteira aparece; o dinheiro pagaria uma dívida; o dono é alguém de quem não gostamos. Mostre em que ponto a titularidade do dinheiro mudou ou permaneceu. Ensine a estrutura do argumento antes da resposta oral.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso inicial. Não basta dizer “depende”: formule a fala e a ação seguinte. A terceira alternativa não precisa eliminar todo custo. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
2º ano · Eu e o mundo
Ensaiar a verdade, o cuidado e os limites nas conversas reais.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma conversa difícil precisa tornar a realidade compartilhável e permitir uma ação. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 27 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Conversa conduzida em três situações; Retomada de uma resposta.
Ato: Responder oralmente ao professor numa das situações e reformular depois de uma pergunta.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Professor: “Preciso dele hoje. Você troca agora?” Ouça a resposta; se prometer sem verificar, pergunte como sabe que pode cumprir. Se pedir dados, forneça que não tem a nota consigo. Não gritar. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Faça uma demonstração curta como atendente. “Ele chegou a carregar?” produz informação; “Você usou errado?” já acusa. Explique que cordialidade e investigação não substituem direitos ou procedimentos reais; o caso é uma prática de comunicação, não orientação jurídica.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Ficção de trabalho, sem ameaça de demissão encenada. Não dizer que admitir erro impede consequências. Papel do chefe: fazer perguntas de impacto e providência.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Dê as três frases na sequência, mostre a função de cada uma e reconstrua a conversa. Não vender o esquema como fórmula universal cientificamente validada. É uma ferramenta didática para impedir que a acusação ocupe o lugar da informação.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte pelo arquivo no papel de quem coordena a reunião. Ouça uma resposta, esclareça o impacto e permita reformulação. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Trate como aplicação didática de uma revisão sobre motivação, não como comparação experimental entre estas duas falas. A pessoa pode discordar mesmo quando é ouvida.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Exponha uma resposta completa: apaguei o arquivo; estou verificando a cópia; ainda não sei se recupero; preciso da sua versão para comparar. Explique por que cada parte existe. Só depois convide a turma a adaptar essa resposta ao caso.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Volte ao erro do arquivo e ao cliente. Não reduzir maturidade à performance ou à capacidade de suportar abuso. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Professor aceita um não bem comunicado; pode pedir esclarecimento uma vez, sem chantagem prolongada. Não presumir situação financeira dos alunos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Faça o pedido do amigo uma vez e peça um esclarecimento respeitoso. Aceite uma recusa clara; não prolongue chantagem. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
1º ano · Autoconhecimento
Aprender a perceber o que uma obra nos oferece antes de julgá-la.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: As formas que aprendemos a imaginar participam de como percebemos e julgamos. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 16 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Observação e escuta comentadas; Interpretação oral de um trecho.
Ato: Explicar uma interpretação com apoio num detalhe da obra.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Descrever detalhes observáveis de uma paisagem antes de interpretar seu efeito.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal. Imagem: Observar gesto, distância e direção do olhar na pintura, discutidos na aula de Imaginário.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Volte ao exemplo da cadeira do material original do professor. A composição é filosófica/didática, não um mapa anatômico do cérebro. Não peça desenho ou escrita.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Aponte fisicamente as mãos, a direção dos braços e o intervalo. Compare verbalmente a hipótese de elas já estarem unidas. Não afirmar que há uma única interpretação autorizada; exigir que a leitura se apoie na composição.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Toque o estudo A embutido, de 24 segundos, com volume confortável previamente testado. Peça uma observação formal e uma imagem evocada, sem forçar resposta. Se não houver áudio, leia a mesma cena em dois ritmos; registre a adaptação.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Toque o estudo B embutido, também de 24 segundos. Os dois foram normalizados ao mesmo nível médio; confira o volume percebido no equipamento. Evite decidir que uma peça é superior só porque acalma. O contraste deve servir à observação, não a uma reação prevista.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Não exigir exposição de histórias familiares. Aceite “não apareceu imagem nenhuma”. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Examinar escala, trabalho humano e composição numa imagem de arquitetura imaginada.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Suma Teológica I, q. 84, a. 7: leitura filosófica, não teoria cerebral moderna. Relacione ao que os alunos recordaram das peças. Não afirmar causalidade automática entre ouvir uma obra e agir de certa maneira. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos. Imagem: Introduzir a leitura filosófica de Tomás de Aquino sobre imaginação; retrato do acervo.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Retome a cadeira do material do professor. Antes de falar de formação moral, estabeleça o argumento sobre conhecimento. Não substituir faculdades filosóficas por regiões cerebrais nem dizer que Tomás comprovou um mecanismo neurocientífico.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Leia o texto original desta aula. Peça oralmente uma interpretação e a palavra que a sustenta. Você conduz a conversa; não dividir em duplas.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome uma escolha formal no trecho. Não basta avaliar só a mensagem moral; nem só dizer “gostei”.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Mostre a mudança entre começar pelo tanto faz e começar pelo convite guardado. Ensine ponto de vista e seleção de informação; depois aplique a uma obra conhecida. Evite atribuir a uma música ou imagem a causa automática do caráter de alguém.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça duas interpretações amparadas no texto. Se todos concordarem, proponha uma hipótese alternativa sem declarar relativismo absoluto. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Fedro como alegoria, não mecanismo cerebral. Em Tomás, conhecimento humano envolve sentidos e imaginação; não atribuir a ele uma teoria moderna de playlists. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º ano · Autoconhecimento
O descanso e o espaço que você tenta recuperar no fim do dia.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: O descanso depende de uma janela real e de processos biológicos que não obedecem só à intenção. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 15 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão da rotina de uma personagem.
Ato: Propor uma conversa sobre as condições de descanso da personagem.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Ilustração original da cena; serve à observação dos elementos descritos.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Escute hipóteses sobre a personagem. Não interpretar insônia como falta de sentido. Não pedir informações clínicas em público. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Dado institucional, não garantia de memória ou desempenho. Não diagnosticar por uma noite. Deixar fonte visível.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explicação didática: evitar uma curva única que represente todos. A adolescência pode envolver horários de sono mais tardios, mas não explica sozinha cada rotina. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Apresente o esquema como simplificação de processos interativos. Não transformar as curvas didáticas em medição de um aluno. Explique que horários, exposição à luz e condições individuais importam; dificuldades persistentes merecem avaliação adequada.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenho esquemático, sem eixos 23h/1h/3h. Peça que expliquem por que não existe uma hora universal da “faxina”. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. A referência NHLBI descreve fases e ciclos. Não anunciar ciclos de exatamente 90 minutos nem um horário universal de sono profundo. Ensine o princípio de arquitetura da noite antes de avaliar a ideia de compensar tudo no fim de semana.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Se houver tempo, explique a diferença entre estar na cama e estar dormindo. Leve essa distinção à análise do caso.
Exemplo aritmético, não prescrição individual. A turma responde oralmente. Separar horário de deitar e adormecer. Pergunte qual obrigação precisa mudar para a janela existir.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não atribuir uma briga só ao cansaço nem prometer recuperação exata. Se surgir dificuldade persistente, orientar conversa privada com responsável/profissional.
Figura 20 do relatório. Este item mede relato sobre uso noturno, não qualidade do sono por exame e não causalidade isolada.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explique a limitação da conta simples de compensação. Não julgar quem só dispõe de descanso no fim de semana. Referências já vinculadas à aula.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. A conta é didática e não uma prescrição individual. Mostre onde há horário fixo e onde é preciso conversar com outras pessoas. Evite um fechamento de produtividade: o descanso importa por saúde, aprendizagem e vida, não apenas rendimento.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Nunca cortar. Interpretação existencial da cena inicial, não diagnóstico de todos. Perguntar o que pode ser negociado com adultos; descanso tem valor sem justificar produtividade. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Considere as condições da personagem, sem recolher informações clínicas da turma. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
2º ano · Filosofia e Antropologia
O trabalho de sustentar uma decisão e revê-la quando os fatos mudam.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Saber uma norma e agir de acordo com ela exigem coisas diferentes. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 17 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma decisão sob pressão; Retomada com nova informação.
Ato: Explicar como corrigir o trabalho e comunicar o problema.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Comece pelo erro no troco. A situação é fictícia e não pressupõe culpa de nenhum aluno. Imagem: Localizar o caso do troco e examinar a cadeia de trabalho que permite uma compra.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Se disserem que é fácil, pergunte por uma circunstância que dificulta. Se justificarem ficar, examine a quem pertence o dinheiro, sem humilhar a resposta.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Diferencie ignorância do que seria devido e dificuldade de fazer o que já foi reconhecido. Não generalizar um erro isolado para a identidade moral da pessoa. A cena permite ensinar a distância entre juízo e ação.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça respostas e justificativas, sem contagem. O professor retoma os argumentos após apresentar a nova informação. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Demonstração transparente: não combinar respostas erradas com alunos nem humilhar quem erra. Depois explique como a situação de Asch incluía uma maioria que respondia errado deliberadamente.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não deduzir que resistentes chegaram com uma decisão prévia; o estudo não demonstra essa tese. Referência: Asch, 1956, Psychological Monographs. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Não combinar um engano com alunos nem tratar quem responder errado como facilmente influenciável. Explique a diferença entre percepção individual, conhecimento do grupo e pressão para se conformar. Não projetar percentuais que não estejam sendo usados com contexto metodológico.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça revisar atribuição de responsabilidade sem apagar o problema da autoria. Novos fatos podem pedir correção do julgamento.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não confundir prudência com relativismo nem rigidez com coragem. Pergunte qual fato mudaria a ação e qual princípio orienta a análise.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Convide a explicar por que a informação mudou ou não a resposta. Não inferir mudança individual por totais de turma. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Comparação de condições em simulador; não prova que copiar trabalhos tenha o mesmo mecanismo. Use para problematizar o papel do contexto, sem neurodeterminismo.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Exponha primeiro o que mudou e o que não mudou. Ensine a distinguir culpabilidade, reparação e norma. Depois permita que a turma formule uma resposta ao grupo; a participação aplica uma análise já ensinada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Responsabilidade em diálogo com Frankl, não citação fabricada sobre os participantes de Asch. Preserve tempo para pensar no outro. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Diferencie corrigir o trabalho e atribuir culpa sem informação. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Conhecer alguém além da intensidade do começo.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Conhecer e amar uma pessoa exige mais informação que a intensidade do começo. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 15 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Interpretação de cenas de um casal fictício.
Ato: Examinar uma atitude de cuidado e um limite na relação fictícia.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Observar um gesto de proximidade sem inferir a história inteira da relação.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Apresente Rafa e Dani como casal fictício. Não presumir que os alunos namorem nem pedir relatos íntimos.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça hipóteses apoiadas na cena, sem votação ou gabarito sobre a vida afetiva. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Faça a passagem das músicas em comum ao compromisso cancelado. Não desqualifique a experiência afetiva adolescente nem apresente maturidade como ausência de emoção. Ensine o problema da informação parcial antes do desacordo.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Modelo teórico, não teste diagnóstico ou prova de que só a soma pode ser chamada amor. Evite classificar relações dos alunos. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique cada vértice com um comportamento diferente do casal fictício. Não transforme a teoria em lei sobre quando uma relação se torna amor verdadeiro. O modelo organiza dimensões e possui alcance limitado.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Leitura da segunda cena. Discordância pode existir desde cedo. Pergunte quais informações ainda não temos.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte à turma o que precisa ser ouvido de cada pessoa. O professor pode apresentar uma resposta de Rafa e pedir que a interpretem. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Diferenciar cuidado de controle. Não criar regras clínicas nem incentivar confrontos inseguros. Se houver relato, acolher privadamente e orientar apoio.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Use a fala projetada. Separe sentimento, interpretação e exigência. Não peça confissões sobre namoro. Se surgir relato de ameaça ou controle, não faça debate público do caso pessoal; acolha e encaminhe de modo apropriado.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não idealizar renúncia unilateral. Pergunte como reciprocidade aparece ao longo do tempo. Cuidar inclui necessidades e limites dos dois.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Parafrasear sem aspas. Não transformar o outro num projeto a ser consertado, nem justificar controle “para o bem dele”. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Trabalhe com Rafa e Dani, sem pedir histórias afetivas pessoais. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não reduzir experiência humana a três notas numa escala.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
2º ano · Autoconhecimento
Separar um acontecimento da sentença sobre quem você é.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma avaliação de si pode encobrir a ação possível: reparar um dano ou buscar proteção. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 12 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Comparação oral de dois casos fictícios.
Ato: Distinguir reparação e proteção ao oferecer ajuda à personagem.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Interpretar uma expressão com hipóteses distintas, sem atribuir diagnóstico à pessoa fotografada.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Separe fato observável e interpretação. Se disserem “todos a odeiam”, pergunte qual informação sustenta a conclusão.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Discussão do caso, sem convidar confissões. Evite tratar toda vergonha como exagero: pode haver humilhação real.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Mostre o salto no esquema. Não chamar todo pensamento negativo de irracional: às vezes existe dano ou humilhação real. O ensino é delimitar a conclusão e recuperar os fatos, sem minimizar a experiência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Tangney e colegas descrevem tendências, não leis individuais: culpa pode orientar reparação; vergonha pode favorecer evitação. Não garantir cura com uma frase. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Revisão de 2007. São tendências, não regras sem exceção. Ninguém precisa contar experiência íntima; use apenas as personagens.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Revisão de 2007, não diagnóstico. Explique que emoções podem coexistir e contextos culturais importam. A distinção ajuda a perguntar se estamos tratando um dano específico ou uma condenação global da pessoa.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Discuta reparação no caso do segredo. Peça uma ação possível e examine o que ela não pode garantir. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Professor deve acolher relatos fora da exposição pública e seguir canais de proteção reais. Não diagnosticar nem insistir na narrativa do aluno. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Exponha os dois casos antes de pedir proposta de ajuda. Mostre por que reparar não é autopunição e por que pedir proteção não é fraqueza. O cuidado precisa corresponder ao que aconteceu, não apenas ao nome da emoção.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Diálogo com autotranscendência de Frankl, sem prometer cura da vergonha. Cuidar de si e buscar ajuda também podem ser atos responsáveis. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Mantenha a distinção entre reparação de um dano causado e proteção contra humilhação sofrida. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º ano · Filosofia e Antropologia
A força do desejo, o trabalho da direção e o destino da carruagem.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: A alegoria ensina uma vida orientada por finalidades, com desejos a educar e forças a conduzir. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 4 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma aplicação da alegoria.
Ato: Justificar o próximo passo considerando finalidade e condições.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Ilustração original da cena; serve à observação dos elementos descritos.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Introdução ao Fedro 246a. Parafrasear, sem citação inventada. A alegoria não é uma fotografia do cérebro. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Dê a leitura do mito antes de interpretar o despertador. Descreva os elementos sem fazer equivalências anatômicas. A referência é Fedro 246a–e e 253c–254e; os exemplos cotidianos são adaptações pedagógicas.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. No Fedro 253c–254e, há descrição moral desigual dos cavalos. Nossa tradução didática em razão, ânimo e apetite aproxima outras discussões platônicas; não é legenda neuroanatômica. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não reproduzir descrição racializada como classificação humana nem propor ferir-se ou suprimir desejo.
Explique como alegoria filosófica. Não identificar cavalo com neurotransmissor ou “cérebro reptiliano”. Voltar à diferença entre repressão de qualquer desejo e educação dos desejos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Não dizer “Platão já sabia neurociência”. Se usar o estudo de pares, apresente-o como outra forma de investigar um aspecto do comportamento, sem afirmar que valida a alegoria.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Abra pelo despertador. Antes de julgar a personagem, pergunte sobre sono e compromissos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Aplicação contemporânea explicitamente separada do texto antigo. Não afirmar que Platão provou circuitos rápidos e lentos da neurociência. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Inclua possibilidade de renegociar com honestidade e verificar prazo. Não criar falso conflito entre saúde e virtude.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça revisar ação à luz do fato novo. Prudência não equivale a executar cegamente a decisão anterior.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça respostas em conversa direta. Peça uma razão e uma condição que mudaria a decisão. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Retome a beleza, a sabedoria e a bondade na leitura do Fedro. Mostre que a fadiga pode indicar uma necessidade real, não ser apenas inimigo a vencer. A prudência pode ajustar os meios sem abandonar uma finalidade boa.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Não deixar destino para depois do ato final. Alegoria carrega a conclusão: que finalidade torna o esforço digno? Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Relacione a decisão à finalidade do compromisso e às condições concretas. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
A Geração Ansiosa · primeiro encontro: o ambiente de crescer.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: A mudança de ambiente da infância precisa ser examinada por seus benefícios, riscos e evidências. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 21 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Deliberação sobre uma situação hipotética; Retomada da decisão após a exposição.
Ato: Reconsiderar as condições da viagem e indicar um momento a preservar.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Abra sem apresentar o autor. É uma situação fictícia inspirada na abertura de Haidt, não uma missão real. Leia lentamente. Dê 10 segundos de silêncio. Diga: hoje vocês decidem como responsáveis por alguém. Não use apitos durante toda a aula. A analogia é inspirada na introdução de Haidt; nomeie o autor apenas na revelação.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça justificativas para autorizar, recusar ou esperar informação. A conversa é oral e não exige quadro nem contagem. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal. A analogia é inspirada na introdução de Haidt; nomeie o autor apenas na revelação.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Dê voz à defesa da viagem antes de apresentar objeções. Pergunte: querer muito uma coisa resolve o que ainda não sabemos sobre ela? Não afirme dano permanente em órgãos nem equipare Marte a evidência neurológica. A analogia é inspirada na introdução de Haidt; nomeie o autor apenas na revelação.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte diretamente à turma por condições. Explore quem acompanha, evidência disponível e possibilidade de voltar. Sem dupla, escrita ou cronômetro. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal. A analogia é inspirada na introdução de Haidt; nomeie o autor apenas na revelação.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Revele o título só depois de recolher condições. Explique: a analogia serve para formular uma pergunta, não para provar que tecnologia causa o mesmo dano que Marte. Preserve a curiosidade.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. A imagem é ficcional e ilustra a analogia; não descreve missão espacial real. Explique a passagem para smartphones, preservando a diferença entre uma analogia e uma prova.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça dois exemplos concretos. Reconheça amizades online como reais. A aula perde credibilidade se tratar toda experiência digital como vazia. Não peça contas, mensagens ou histórico. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresente como a tese do autor, não como explicação única aceita por todos. Mencione que a redução da autonomia começa antes do smartphone. Não compare pais e alunos como gerações homogêneas.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça respostas sobre habilidades, não sobre pessoas boas ou ruins. Na cena A podem existir exclusão e briga; na B, conexão e aprendizagem. O ponto é perguntar sobre equilíbrio e oportunidades substituídas. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresente em quatro avanços. Haidt chama os quatro danos de privação social, privação de sono, fragmentação da atenção e vício. Uso frequente não basta para diagnosticar dependência. Na próxima aula estes caminhos virarão decisões práticas.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Faça a exposição dos quatro. Dê um exemplo concreto de cada um, sem diagnosticar a turma: conversa interrompida; hora de dormir adiada; tarefa retomada várias vezes; tentativa frustrada de parar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Prepare a leitura do dado, sem uma terceira dinâmica de aposta. Distinga mediana de média e notificações de interrupções percebidas. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Dado do relatório Constant Companion de 2023. A amostra não representa todos os adolescentes brasileiros. Notificação recebida não é necessariamente uma interrupção percebida. Evite transformar o dado em diagnóstico de cada aluno.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Ouça sono, família, violência, condições econômicas, escola e pandemia. Diferencie períodos: a hipótese do livro se refere a mudanças anteriores à pandemia. Não diga que a ausência de outra explicação prova Haidt.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não chame a implantação de sorteio: foi escalonada, não aleatória. O método busca comparabilidade e depende de pressupostos. Universitários dos anos 2000 não são alunos desta sala nem usuários do TikTok de hoje. Este estudo é evidência causal relevante em um contexto específico.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Reúna as duas pesquisas já apresentadas. Evite um número sem população ou um título sem método. A aula termina com uma posição mais fundamentada que a opinião inicial, não com certeza artificial.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. ★ RECONVOCAÇÃO. Paráfrase de Frankl sobre autotranscendência, não citação literal. Leia sem pressa. Dê cinco segundos de silêncio. Não prometa cura nem diga que toda dificuldade vem da falta de sentido. A próxima decisão deve responder a uma pessoa ou tarefa concreta. Não corte. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Retome as condições da viagem e o que o caso permite perguntar sobre a vida digital. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Retome as condições da viagem e o que o caso permite perguntar sobre a vida digital. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Retome as condições da viagem e o que o caso permite perguntar sobre a vida digital. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
A Geração Ansiosa · segundo encontro: atenção, vínculo e escolhas possíveis.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Reduzir interrupções exige considerar o vínculo social e o tempo que se quer proteger. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 16 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de duas condições de uso; Proposta oral de um acordo.
Ato: Propor um acordo para Lia e explicar quando faria sentido revê-lo.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Peça uma saída que preserve amizade e sono. Exemplo: combinar que ninguém deve resposta depois de certo horário. Não atribua toda dificuldade de sono ao celular.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. A resposta deve incluir frequência, consequências, controle e função, não apenas horas. Nenhuma cena isolada permite diagnóstico. A tecnologia pode ajudar na conexão, inclusive para quem tem menos oportunidades presenciais.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte se fariam o acordo e por quê. Não contar nem registrar respostas no quadro. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Mude apenas a condição: agora todos participam. Pergunte que custo mudou. A conversa não valida nem refuta a pesquisa. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique a comparação antes da votação oral. Não interpretar a mudança como falta de força de vontade. O caso mostra uma condição social, não um experimento controlado feito com os alunos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explique que decisões podem depender do que o grupo fará. O estudo trata plataformas e amostras de universitários; a aplicação à turma é uma hipótese para discutir.
Paráfrase didática das condições, não redação literal do protocolo. O estudo não foi feito com esta turma nem em escola brasileira.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Não atribuir a todos os participantes uma mesma opinião. O resumo é uma leitura do mecanismo, não um resultado individual universal. Relacione ao acordo da turma apenas como aplicação.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Recomendação da AASM. Necessidades e condições variam. Se houver relato de insônia persistente, acolha em particular; esta aula não é tratamento. Não prometa melhora clínica em uma semana.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Use situações fictícias; não mostre perfis da turma. A comparação social é um mecanismo sugerido no estudo, não explicação para toda experiência online. Peça uma informação ausente na foto. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
O diagrama é uma explicação didática de um mecanismo sugerido pelos autores; não representa uma cadeia causal medida em cada aluno.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Mostre o que entra na imagem escolhida e o que permanece fora. Não dizer que qualquer comparação é nociva ou que o estudo mediu o feed de cada aluno.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. ★ RECONVOCAÇÃO. Paráfrase de Frankl sobre autotranscendência, não citação literal. Leia sem pressa. Dê cinco segundos de silêncio. Não prometa cura nem diga que toda dificuldade vem da falta de sentido. A próxima decisão deve responder a uma pessoa ou tarefa concreta. Não corte. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça uma proposta oral para Lia. O professor pergunta finalidade, intervalo e exceção necessária. Não pedir plano escrito ou combinado real compulsório. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine uma proposta para Lia, com finalidade e exceção necessária. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine uma proposta para Lia, com finalidade e exceção necessária. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine uma proposta para Lia, com finalidade e exceção necessária. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Um pedido de lealdade põe a amizade à prova.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Querer o bem de um amigo pode exigir recusar o que ele pede sem abandoná-lo. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 23 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão do pedido de Caio; Resposta oral ao professor no papel de Caio.
Ato: Examinar como responder e como receber uma recusa entre amigos.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Comece diretamente: “Você confirma ou não?” Ouça duas respostas diferentes e peça a razão. Ainda não acrescente a história inteira nem anuncie uma resposta esperada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome a resposta de abertura. Pergunte: “Mudou o que você considera certo ou mudou a dificuldade de fazer isso?” Não peça relatos de solidão; mantenha a discussão no caso. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Explique com exemplos: o colega com quem troco ajuda, a companhia de quem gosto, a pessoa cujo bem me importa. As razões podem coexistir. A distinção não serve para desprezar amizades de diversão ou classificar colegas em público. Referência: Ética a Nicômaco, livro VIII.
Aristóteles VIII–IX. Não transformar tipos em teste de pessoas ou ranking de amizades. Prazer e utilidade podem coexistir com cuidado pelo caráter.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Apresente a distinção com situações, não teste dos melhores amigos. Não crie hierarquia social da turma. Referência: Ética a Nicômaco VIII e IX. A ideia prepara o problema de Caio: ajudar em qualquer pedido é querer seu bem?
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Pergunte quem entra na situação quando conhecemos o restante da história. Não deixe o debate ficar apenas entre a sua consciência e o sentimento de Caio.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Conduza você mesmo a conversa. Um aluno pode responder de seu lugar e você faz a fala de Caio, sem exposição ou encenação entre alunos. Ouça duas formulações, depois examine se a recusa ficou clara e se houve alguma ajuda possível. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Ensine a análise antes de fazer Caio em voz alta. Enumere pessoas e efeitos específicos. Não basta slogan de lealdade; é preciso explicar qual bem estaria sendo preservado em cada ação.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Retomada oral com informação nova: pergunte se uma decisão precisa ser bem recebida para estar certa. Admita a dor de uma reação ruim sem usá-la como prova de que a amizade inteira era falsa.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Pergunte o que há de errado nessa fala mesmo quando a mentira foi recusada. Traga a distinção entre julgar uma ação e tratar a pessoa com superioridade. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Demonstre a fala: não vou confirmar isso, mas posso ir com você explicar. Depois demonstre a frase humilhante. Explique a diferença de relação, não apenas de tom.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Reserve os cinco minutos. Retome a fala de Caio e desloque a pergunta para quem escuta. Deixe um breve silêncio, sem exigir resposta pessoal. Quem quiser falar pode usar uma situação inventada. A Não transformar o momento em confissão. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça alguém que mudou e alguém que manteve o juízo. Peça uma razão que considere Caio e a colega prejudicada. Não conte mudança de opinião como sucesso obrigatório. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Encerre com essa pergunta, sem completar com uma frase de efeito. A resposta pode continuar sendo pensada depois da aula. Não solicitar registro ou tarefa escrita.
2º ano · Vocação
Um futuro anunciado à mesa antes de ter sido escolhido.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma escolha própria precisa de razões, investigação e diálogo com quem participa de suas condições. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 19 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma escolha profissional; Ensaio oral de uma conversa com a família.
Ato: Formular uma pergunta necessária antes de assumir uma escolha profissional.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Pergunte o que Júlia faria na mesa. Ouça respostas antes de explicar autonomia. Não peça que a turma exponha conflitos familiares.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Explore o momento da conversa: contestar ali, falar em particular, pedir tempo. Pergunte o custo de cada alternativa sem tratar uma família preocupada como inimiga. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Dê a melhor versão das razões de cada um. Pergunte que conselho útil poderia existir ali, mesmo que Júlia termine escolhendo outra formação.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Evite pais como vilões e adolescente como dono de uma intuição infalível. Mostre que ter voz na decisão envolve responsabilidade por investigar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Pergunte o que uma postagem deixa de mostrar. Trecho Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Aplicação de revisão teórica. Autonomia, neste modelo, não equivale a ausência de vínculos ou recursos. Não opor adolescente virtuoso a família opressora; ouvir as boas razões de cada pessoa.
Retome a situação de Júlia: conhecer não é prometer uma escolha. Compare o prestígio de uma profissão com o trabalho concreto: revisar, ouvir clientes, calcular e refazer. Arquitetura é o exemplo representado, não o destino obrigatório da personagem.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. A visita ao trabalho acrescenta realidade. Ensine o contraste entre gostar de uma representação e estar disposto a aprender a prática. Não prometer que uma visita resolve a escolha para sempre.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Diferencie limite material presente e proibição definitiva. Considere alternativas reais sem prometer bolsa ou emprego. Júlia precisa investigar possibilidades, prazos e custos.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Você representa a expectativa da família com uma pergunta respeitosa. Peça a um aluno uma fala de Júlia, de seu lugar. Explore clareza e consideração, sem pedir que decore uma fórmula. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Aproxime prudência da deliberação prática, não do medo de qualquer risco. A decisão tem um bem em vista, mas também precisa considerar meios e circunstâncias. Referência: Ética a Nicômaco, livros III e VI.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Leitura aplicada de Aristóteles III. Não transformar limitação financeira em falta de mérito, nem ensinar que basta insistir. Mostre a agência que permanece: conhecer, perguntar, comparar condições e conversar.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Retomada oral com nova informação. Pergunte de quem é a responsabilidade pelo anúncio precipitado e como voltar atrás sem humilhar. Escute a dificuldade de desapontar alguém importante.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Preserve cinco minutos. Retire imaginariamente a pressão para examinar o desejo: além de fugir de uma cobrança, há alguma atividade, pessoa ou necessidade a que se deseja responder? Pode haver dúvida. Não solicite anúncio de carreira nem revelação de expectativas familiares. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Troque a imagem de prestígio pela rotina. Deixe os alunos sugerirem perguntas para uma conversa com alguém da área; não invente condições de uma profissão específica. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Feche com uma fala possível e deixe que a turma diga o que deveria vir depois. Sem promessa de resolver uma escolha profissional em uma aula.
2º ano · Vocação
Duas oportunidades boas disputam a mesma segunda-feira.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma escolha entre bens inclui renúncia; sentir sua falta não prova erro. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 20 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma escolha com custo.
Ato: Explicar uma decisão e a responsabilidade que começa com ela.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Apresente o conflito sem chamar uma alternativa de mais útil ou mais nobre. Pergunte como começaria a decidir.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Ouça perguntas e só depois revele as condições. Investigar alternativas faz parte da decisão; não presuma um dilema antes de verificar se os compromissos realmente se excluem. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Ensine a passagem entre problema aparente e conflito confirmado. O desenho das duas portas é uma representação inicial, não descrição completa do que é possível.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos. Imagem: Observar a bifurcação representada e criticar o que essa imagem omite sobre escolhas reais.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Feche a possibilidade de solução fácil apenas depois da investigação. Pergunte o que poderia orientar a escolha quando as duas oportunidades são boas.
Leitura de Ética a Nicômaco III. Não reduzir a escolha a otimização financeira. Uma renúncia a um bem pode acompanhar uma decisão boa.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Conversa conduzida pelo professor. Ouça defesas das duas escolhas; pergunte quais informações sobre Nina faltam. A turma não precisa alcançar unanimidade. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Defina custo de oportunidade como uso alternativo relevante do tempo; não projetar cálculo monetário. A tristeza por perder o ensaio é compreensível mesmo se a escolha da pesquisa teve boas razões.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Retomada oral: diferencie sentir falta de um bem e descobrir um erro. Peça um fato que justificaria rever, além do desconforto de ter renunciado.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Preserve cinco minutos. Retome a decisão como compromisso com pessoas e trabalho real. Um aluno pode comentar o caso de Nina; ninguém precisa revelar promessas que descumpriu. Explore o que gostar de uma possibilidade exige quando ela se torna uma tarefa. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Trecho Compare razões concretas. Não conclua que perseverar é sempre melhor ou que qualquer incômodo exige trocar de caminho. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Dê um exemplo de cada: tarefa difícil já anunciada; horário alterado que inviabiliza comparecer. Ensine os critérios e só depois peça que os alunos apliquem ao caso de Nina.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça uma fala respeitosa, breve e clara. Não precisa desvalorizar o projeto ou inventar uma desculpa para justificar a recusa.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Reconstruir um dia comum pelo trabalho de quem costuma ficar fora da cena.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: A independência pessoal existe dentro de uma rede de trabalho e responsabilidade. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 9 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Reconstrução oral de uma cadeia de trabalho; Discussão de uma responsabilidade comum.
Ato: Propor oralmente um cuidado justo com o espaço comum.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Observar infraestrutura material e tarefas necessárias para uma aula acontecer.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Nomeie ações e pessoas, sem reduzir alguém ao papel de nos servir. A ilustração mostra trabalho concreto; não é fotografia documental da escola. Peça observação só depois de explicar a cadeia.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Imagem: Localizar o caso do troco e examinar a cadeia de trabalho que permite uma compra.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos. Imagem: Perceber trabalho acumulado e continuidade entre gerações a partir de uma construção.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Mostre que competência pessoal e interdependência coexistem. Crescer amplia a capacidade de responder pelos próprios atos e perceber o que recebe dos outros.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Distinguir dependência infantil evitável e interdependência humana. O objetivo não é culpabilizar quem precisa de apoio. Explique a reciprocidade antes de perguntar quem torna a manhã possível.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Trecho Discuta respeito no encontro cotidiano. Evite pedir agradecimentos performáticos a funcionários ou sugerir que palavras gentis substituem condições justas de trabalho. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dados do caso inventado, não levantamento sobre esta turma. A contagem de tarefas não mede sozinha esforço; peça que avaliem duração e dificuldade antes de dividir.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Pergunte o que a repetição revela. Disponibilidade pessoal pode ser boa, mas o acordo coletivo precisa evitar sobrecarga. Não elogiar quem se sacrifica indefinidamente.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresente justiça como atenção ao que é devido nas relações, não como prêmio por simpatia. Diferencie gratidão e dever. Referência: Ética a Nicômaco, livro V.
Aplicação filosófica de Ética a Nicômaco V. O diagrama é didático, não uma teoria econômica nem uma medição.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Aplicação de Ética a Nicômaco V. Não equiparar justiça a dividir número de tarefas; duração, dificuldade e condições também importam. Use a tabela fictícia para demonstrar o limite da contagem simples.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Reserve cinco minutos. Retome a sala pronta e o exemplo da manhã. Permita silêncio ou comentário sobre situação inventada. A mudança é perceber pessoas concretas por trás de condições habituais, sem exigir demonstração pública de gratidão. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º e 2º anos · Projeto de Vida
Uma lista sem o nome esperado e a procura de um próximo passo possível.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Uma frustração real não encerra o valor da pessoa nem exige uma explicação consoladora imediata. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 12 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de uma forma de oferecer ajuda.
Ato: Oferecer uma ajuda concreta que respeite a situação de Miguel.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Apresente a cena e espere alguns segundos. Não pedir relatos de fracasso pessoal. Pergunte o que ele pode estar tentando entender.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Pergunte por que dizemos isso e como a frase pode soar para quem perdeu algo importante. Não ridicularize a intenção de ajudar.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Demonstre a diferença entre presença e promessa. Não obrigue a pessoa a ver aprendizado no sofrimento. A cena é um resultado de seleção, não equivalência com todas as perdas da vida.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Diferencie o fato e o juízo generalizado sem negar a frustração. Pedir informação e apoio pode ajudar, mas a aula não é uma intervenção clínica. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Pergunte o que essa informação permite fazer e o que ela não permite garantir. Não converter a devolutiva em promessa de sucesso futuro. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Aplicação da teoria da autodeterminação; não afirmar que este caso reproduz um ensaio clínico. Evite prescrever uma reação emocional ou exigir que Miguel agradeça pela frustração.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique o que foi avaliado, o que ficou fora e o que é possível investigar. Não dizer que critérios de seleção são sempre perfeitos. A possibilidade de falha do processo também pode ser examinada com evidências.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Discuta a diferença entre reconhecer uma situação e encontrar imediatamente uma solução. Não exigir reação rápida para demonstrar maturidade.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça uma oferta específica que respeite essa condição. Você conduz a conversa e pergunta se a proposta depende de algo que o amigo pode realmente oferecer. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Apresente como perspectiva filosófica e clínica de Frankl, não cura pela força de vontade. No caso, o amigo, a aprendizagem feita e tarefas presentes continuam existindo. Não universalizar o exemplo para trauma nem substituir assistência profissional.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Preserve cinco minutos. A pergunta não serve para compensar a perda nem exigir gratidão por ela. Deixe a turma pensar no caso; é possível ainda não enxergar uma resposta. Explore uma possibilidade concreta de atenção e responsabilidade que não dependa de a seleção ter dado certo. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Compare com as falas do começo. Pergunte o que mudou na compreensão do caso, sem premiar uma frase considerada emocionalmente perfeita. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Repertório complementar: ler a tese, o desenho dos estudos e seus limites.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: Ler um estudo exige separar o que foi medido do que estamos inferindo. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 14 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Análise de uma afirmação sobre pesquisa.
Ato: Explicar um resultado de pesquisa e seu limite antes de propor um cuidado.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Peça palpites oralmente e esclareça que se trata da mediana de um estudo, não da turma. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Metade recebeu ao menos aproximadamente esse volume; não aplicar a todos. Mediana não é média. Notificações podem chegar agrupadas.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Diferencie registro automático e resposta a questionário. Retome o gráfico sem somar medianas ou inventar a história de um participante. A amostra não é esta turma.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Deixar claro que o mesmo volume pode ter contextos e efeitos diferentes.
Este gráfico usa números didáticos, não dados do relatório. Mostre por que a observação extrema eleva a média. Não misturar esse resultado com 237.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Desenvolva a explicação a partir dos detalhes projetados. Não solicitar uma resposta a cada frase. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Apresentar tese do livro, não consenso total nem causa exclusiva. Evitar culpar famílias ou atribuir diagnóstico à geração inteira.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Estudo quase experimental, não sorteio individual e não acaso literal sem hipóteses. Não extrapolar automaticamente a adolescentes brasileiros ou plataformas atuais. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique o desenho visual sem inventar curvas numéricas. Não dizer que houve sorteio ou ensaio randomizado. A conclusão se refere àquela introdução histórica e à população estudada.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Não transformar resultado em prova de toda a tese. Evitar números percentuais sem distinguir variação relativa e pontos percentuais.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Odgers é análise crítica, não estudo que por si resolve a discussão. Ensinar a conviver com incerteza sem paralisar cuidados proporcionais. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Mapa didático de hipóteses, sem estimativa causal. O desenho não é o modelo estatístico do artigo.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Compare o alcance de um livro, de uma pesquisa de uso e de uma análise quase experimental. Ensine diferença de escala da afirmação. Evite transformar o debate em torcida pró ou contra tecnologia.
Condução: dê tempo para olhar; faça apenas a pergunta central depois da observação. Nunca cortar. Volte à conversa interrompida. Agência individual e condições compartilhadas entram juntas, sem transferir toda responsabilidade ao adolescente. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Diferencie resultado de pesquisa, limite e aplicação ao caso. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Diferencie resultado de pesquisa, limite e aplicação ao caso. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.
1º e 2º anos · Eu e o mundo
Alternativa narrativa: o custo de mudar quando os outros continuam.
Participação exclusivamente oral, com o professor. Sem escrita ou atividades em grupo.
Ritmo: O custo de ficar de fora faz uma decisão individual depender de um acordo coletivo. Exposição orientada por cenas e evidências, seguida de aplicação oral em momentos delimitados.
Conversa com a turma: aproximadamente 26 minutos previstos no percurso de 50 minutos. Estimativa de condução, ajustável às respostas.
Dinâmicas: Discussão de um acordo coletivo.
Ato: Propor um acordo que preserve os recados importantes.
Condução: leia ou conte a cena inteira antes de comentá-la. Leitura complementar. Comece pela necessidade de Lia de saber do encontro. Não exigir que esta aula seja acrescentada à sequência 12–13.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Peça uma sugestão e a dificuldade que ela resolve. Retome o argumento depois de considerar exceções. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Bursztyn e colegas: não extrapolar preferências de usuários universitários para todos os adolescentes. Não universalizar valores monetários ou dizer que ninguém fica por prazer. Trecho de aprofundamento: pode ser omitido nos percursos curtos.
Experimentos incentivados com universitários e duas plataformas. Não apresentar este quadro qualitativo como valores monetários medidos.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Estudo com universitários, TikTok e Instagram. Explique externalidade em linguagem comum: uma decisão dos outros altera meu custo. Não usar a matriz didática como reprodução literal de valores monetários.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. O professor escuta uma proposta de acordo e acrescenta a necessidade de um recado importante. A turma responde oralmente. No percurso de 40 minutos, reduza 2 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
Explique que o acordo inclui o que fazer quando alguém precisa atender. O objetivo da cena é tornar visíveis responsabilidades compartilhadas, sem transformar uma exceção em quebra de confiança.
Leia devagar. Ouça uma resposta e peça que localize a razão nos fatos do caso. Não peça relatos pessoais. Esta pausa muda a interpretação antes da próxima evidência.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Mostre a diferença entre pedir que Lia seja disciplinada e mudar a condição coletiva. Não impor norma universal: o exercício ensina como uma regra age sobre a situação. A participação vem depois dessa explicação.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Problematizar sem transformar falha em caráter. Evitar promessa de unanimidade ou vigilância de colegas.
Dê tempo para observar. Peça uma justificativa ancorada no que aparece na tela. Retome a cena anterior antes de avançar.
EXPOSIÇÃO DO PROFESSOR. Explique dois exemplos antes de abrir a negociação. Evite passar vinte minutos pedindo opiniões sem critério. Cada proposta deve responder a três pontos: o intervalo, o canal necessário e como se confere a chegada do aviso.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Nunca cortar. Agência compartilhada sem controle da intimidade. Volte à pergunta de Lia sobre o encontro. Permita pensar em silêncio ou comentar o caso fictício, sem exigir relato pessoal. Preserve os cinco minutos desta virada.
Condução: conversa direta com o professor; peça razões e acompanhe a resposta, sem distribuir papéis. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine se o acordo inclui quem precisa receber um recado. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita. No percurso de 40 minutos, reduza 1 minuto(s) desta passagem, preservando a ideia principal.
Condução: exposição do professor; não abrir uma rodada de respostas nesta tela. Retome o caso em conversa direta com a turma. Examine se o acordo inclui quem precisa receber um recado. A participação é voluntária. Não solicitar tarefa escrita.